Dúvidas que aparecem sempre
Quanto custa um plano de saúde empresarial?
Não existe um valor único, e desconfie de quem der um número antes de te perguntar qualquer coisa. O preço muda conforme a quantidade de vidas, a idade de cada uma delas, a operadora, a abrangência (municipal, estadual ou nacional), a acomodação (enfermaria ou apartamento) e se o plano tem coparticipação. Na conversa inicial eu levanto esses pontos e te mostro a faixa real para o seu caso, com as opções lado a lado.
Vou perder meu médico ou meu hospital se eu trocar?
Só se o plano novo não tiver esses profissionais na rede — e isso é justamente uma das primeiras coisas que eu verifico. Vale saber ainda que, dentro da mesma operadora, planos diferentes têm redes diferentes. Por isso eu confirmo hospital e médico específicos antes de recomendar, e não só o nome da operadora.
Tem carência? Dá para reduzir?
Os prazos máximos são definidos por lei: 24 horas para urgência e emergência, 180 dias para consultas, exames e internações, 300 dias para parto a termo e até 24 meses de cobertura parcial temporária para doença ou lesão preexistente. A operadora pode praticar prazos menores, e em algumas situações existe redução ou aproveitamento de carência — inclusive por portabilidade, se você já tem plano. Mas isso depende de análise da operadora, então eu não prometo antes: eu verifico e te mostro o que veio.
Saí da empresa e perdi o plano. O que dá para fazer?
Existem dois caminhos e os dois têm prazo. Se você contribuía com parte da mensalidade e foi demitido sem justa causa, a lei prevê manutenção do plano por um período proporcional ao tempo de contribuição — e há prazo para comunicar o interesse. Também existe a portabilidade de carências, que permite migrar para outro plano sem cumprir carência de novo dentro de uma janela após a saída. Por serem prazos curtos, quanto antes falarmos, mais opções você tem. Quando o caso vira discussão trabalhista, o encaminhamento certo é com advogado — e eu digo isso na hora.
Você cobra pela consultoria?
Não. A remuneração do corretor vem da operadora depois da contratação. A mensalidade que você paga é a mesma que pagaria indo direto — com a diferença de ter alguém para comparar antes e para resolver depois.
Você é uma operadora?
Não. Sou corretor independente e trabalho com várias operadoras. É exatamente isso que me permite comparar em vez de defender uma só.
Meu plano aumentou muito. Vale trocar?
Depende. Primeiro vale entender de onde veio o aumento: se foi reajuste anual, se foi mudança de faixa etária, ou os dois no mesmo ano. Depois compara-se o que existe hoje no mercado com a mesma rede e a mesma cobertura. Às vezes a conta fecha melhor trocando; às vezes o plano atual segue sendo o melhor negócio e trocar seria perder rede por pouca economia. Eu faço essa conta com você sem custo.