Uma das coisas que mais vejo: gente pagando por cobertura que nunca vai usar, ou no contrato errado pro seu momento de vida. Pagar menos não é sempre sobre trocar de operadora — às vezes é sobre ajustar o que você contratou.
Onde o dinheiro escapa sem você perceber
Categoria acima da necessária. Planos com acomodação em quarto particular custam mais que enfermaria; nem todo mundo precisa dessa diferença.
Abrangência maior do que a sua rotina. Cobertura nacional custa mais que estadual ou regional. Se você não viaja e não pretende se mudar, pagar por abrangência nacional pode ser dinheiro parado.
Coparticipação mal calculada pro seu perfil. Planos com coparticipação costumam ter mensalidade menor, mas cobram por uso. Pra quem usa pouco o plano, pode compensar. Pra quem tem tratamento contínuo, pode sair mais caro no total do ano.
Contratação no tipo errado. Como já expliquei em outro texto aqui no blog, individual, adesão e empresarial têm estruturas de preço e reajuste diferentes — às vezes dá pra economizar migrando de categoria, se você se encaixa nos requisitos.
O que eu faço diferente
Antes de te oferecer qualquer plano, eu pergunto: com que frequência você usa consulta e exame, se tem tratamento contínuo, se viaja, quem mais entra no plano. A cotação certa começa pela pergunta certa, não pela tabela de preço.
Me chama no WhatsApp e me conta seu perfil de uso — eu te digo se o que você paga hoje faz sentido ou se dá pra ajustar.
Corretor independente. Não somos operadora. Contratações sujeitas às regras da ANS e à análise de cada operadora.
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