Essas três palavras — individual, adesão, empresarial — aparecem em quase toda cotação de plano de saúde, e a maioria das pessoas nunca teve ninguém pra explicar a diferença real entre elas antes de assinar.
Individual ou familiar
Contratado direto por você, pessoa física, sem precisar de vínculo com empresa ou associação. É o mais flexível na hora de escolher rede e cobertura, mas costuma ser a opção com mensalidade mais alta. O reajuste anual tem teto definido pela ANS — você sabe o limite antes de acontecer.
Coletivo por adesão
Contratado através de uma associação, sindicato ou conselho de classe. Costuma ter mensalidade menor que o individual, mas o reajuste não segue o teto da ANS — é negociado entre a administradora e a operadora, considerando o grupo todo.
Empresarial (PME ou CNPJ)
Exige um CNPJ ativo — inclusive MEI, com regras específicas de tempo mínimo de abertura e número de vidas. Costuma ter a mensalidade mais competitiva das três, principalmente para grupos pequenos, mas assim como o de adesão, o reajuste não tem teto da ANS: depende da sinistralidade do grupo.
Então qual escolher
Não existe resposta única. Se você tem CNPJ e busca o menor custo mensal aceitando a variável do reajuste livre, o empresarial costuma compensar. Se você prioriza previsibilidade de longo prazo e não tem CNPJ, o individual pode valer o valor mais alto hoje. Quem já tem plano por adesão ou empresarial e está pensando em trocar também pode usar a portabilidade de carências, sem precisar cumprir tudo de novo.
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Corretor independente. Não somos operadora. Contratações sujeitas às regras da ANS e à análise de cada operadora.
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